7 de outubro de 2021

Um ano depois, a privatização da água em Alagoas ainda é motivo de questionamentos

No dia 30 de setembro último fez um ano da privatização da água da Região Metropolitana de Maceió, envolvendo 13 municípios que formam o Bloco A. O leilão da água dos alagoanos só foi possível devido a aprovação do Marco Legal do Saneamento pelo governo Bolsonaro.

Agora, um ano depois, o governo insiste na privatização, anunciando para o dia 13 de dezembro de 2021 a venda de todo o restante da água do Estado, com a privatização dos blocos B (Agreste e Sertão) e bloco C (Litoral e Zona da Mata).

Neste primeiro ano a população atingida pela venda do Bloco A já percebeu as graves consequencias da privatização, com aumento da tarifa e a piora na qualidade dos serviços.

Várias ações contra a venda da água dos alagoanos também tramitam na justiça, questionando inclusive a destinação dos recursos arrecadados, que prejudica os municípios, favorecendo apenas o Estado, atingindo as populações mais pobres.

O Sindicato inclusive, fez várias intervenções, sempre em favor da população, visando minimizar as graves consequencias da privatização, conseguindo garantir a mudança do edital do leilão para os blocos B e C, garantindo agora que 80% do valor seja repartido para as prefeituras e 20% serão pagos proporcionalmente aos municípios pelo número de habitantes.

A defesa da água pública e de qualidade para todos, será sempre o ideal defendido pelo Sindicato.

7 de outubro de 2021

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